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3 de janeiro de 2018

GDF faz balanço sobre a execução das promessas da campanha de Rollemberg




O GDF apresentou  terça (2) um balanço sobre a execução das metas do governador Rodrigo Rollemberg, que completa três anos de gestão no início deste ano. De acordo com o governo de Brasília, 82% das promessas de campanha já foram iniciadas ou concluídas.

Ao todo, Rollemberg fez 467 promessas durante o processo eleitoral de 2014, que o elegeu para como chefe do Executivo no Distrito Federal. De acordo com o Buriti, os 11 compromissos feitos em relação ao meio ambiente foram cumpridos. Já das 45 ações prometidas na gestão e governança, 93% estão concluídas.

Sobre planejamento metropolitano e rural, Rollemberg fez 26 promessas; 92% delas já estão em andamento ou finalizadas. Por último, as 35 obras prometidas tem resultado de execução de 91%. Na área de segurança o número de compromissos firmados com a população foi de 37; segundo o governo do DF, o resultado já é de 81%.

O balanço aponta ainda que das 65 ações prometidas para a educação, 69% foram iniciadas ou já foram concluídas. Enquanto isso, o índice na saúde é de 90% de 50 compromissos prometidos durante a campanha eleitoral de Rollemberg. Na mobilidade, o resultado é de 73% das 30 promessas

“Isso significa R$ 2,5 bilhões de recursos investidos em obras de saúde, educação, mobilidade e infraestrutura, o que tem um impacto bastante significativo na cidade”, afirmou a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos.

No primeiro ano de gestão, em 2015, o governo Rollemberg gastou R$ 675 milhões em investimentos; já em 2016 o valor foi de R$ 684 milhões; e em 2017, R$ 1,1 bilhão. Segundo o GDF, o uso do montante foi possível graças à política de controle de gastos públicos.

Quarta-feira, 03 de janeiro, 2018 ás 12hs00

2 de janeiro de 2018

ARQUIVO NACIONAL SOFRE COM FALTA DE RECURSOS E TROCAS NA DIREÇÃO



Uma das instituições mais antigas do Estado brasileiro, o Arquivo Nacional (AN) completa 180 anos neste mês sem festa à vista. Vinculado ao Ministério da Justiça, o maior órgão arquivístico brasileiro, que guarda documentos públicos datados desde o século 16, sofre com a falta de recursos para seu custeio básico e tem assistido a trocas na sua direção ao sabor de acontecimentos políticos de Brasília. Só em 2017, foram três diretores-gerais. Os problemas quase levaram ao fechamento da unidade símbolo da memória do País.

A atual direção da instituição assumiu em novembro. A escolhida pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, foi a advogada Carolina Chaves de Azevedo. Seu último cargo público foi como secretária da área de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida da prefeitura do Rio durante a gestão de Eduardo Paes (PMDB). Carolina é afilhada política da deputada federal Cristiane Brasil (PTB), filha do ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional da PTB. Na sua posse, Cristiane estava ao seu lado na foto oficial.

Carolina sucedeu José Ricardo Marques, ex-secretário de Cultura do Distrito Federal, que tinha como padrinho político o deputado federal Ronaldo Fonseca (PROS-DF). Marques teve duas passagens pelo comando da instituição. A primeira foi encerrada em abril de 2016, quando o seu padrinho político votou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Ele voltaria depois na gestão Michel Temer (PMDB), mas foi novamente retirado quando, em abril de 2017, Fonseca, o padrinho político, disse “não” na Câmara à reforma trabalhista, tema tratado como prioridade pelo novo governo. Quem assumiu o AN, então, foi o então vice-diretor, Diego Barbosa da Silva, servidor de carreira.

Histórico

Já fora da direção, Marques, que é evangélico, foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa. Ele foi acusado de promover cultos semanais no auditório principal da instituição, utilizando-se, inclusive, do trabalho de servidores e de equipamentos de áudio e vídeo da casa. A reportagem procurou Marques para entrevistá-lo, mas ele não foi encontrado. Em novembro, a 32.ª Vara Federal do Rio condenou o ex-diretor a ressarcir o erário em R$ 24 mil, e pagar multa de R$ 36 mil.

“É um descaso com o Arquivo, não se pode fingir que não está acontecendo nada. Mesmo sendo um cargo de confiança da administração direta, a escolha do diretor de uma instituição como o Arquivo Nacional não pode estar ligada à barganha política, não pode ser tratado como apenas mais um cargo. O que queremos é que se levante o debate da eleição geral, com votos de servidores, quem sabe o envio de uma lista tríplice ao ministério”, sugeriu Rodrigo Mourelle, presidente da Associação dos Servidores do Arquivo Nacional.

Mourelle disse que por causa do contingenciamento de 2017, que levou a um corte de quase 40% do orçamento da instituição que no ano foi de R$ 22 milhões, um terço dos funcionários terceirizados foi cortado. A medida gerou atrasos. Quem, por exemplo, requisita o histórico de entrada de antepassados estrangeiros no Brasil para requerer cidadania de outros países tem de esperar até 60 dias.

Defesas

A reportagem, por cinco dias, pediu uma entrevista a Carolina Chaves de Azevedo. A direção do Arquivo Nacional informou que ela “não teve tempo” por estar em reuniões.

A unidade também não respondeu aos questionamentos da reportagem sobre a indicação política de Carolina e a atual situação financeira do arquivo mandadas por e-mail. A deputada Cristiane Brasil também não atendeu aos pedidos do jornal.

Em nota, o Ministério da Justiça informou que o orçamento do Arquivo Nacional foi recomposto após o contingenciamento. “Houve o descontingenciamento integral do orçamento, além de uma suplementação/ampliação de R$ 4 milhões, que foi articulada por este ministério e fez com que o Arquivo terminasse o exercício de 2017 com valor acima do que estava previsto inicialmente no Projeto de Lei Orçamentária Anual”, divulgou o ministério, segundo o qual o AN fecha 2017 com total de R$ 22,6 milhões de créditos.

Para 2018, há previsão de aumento, chegando-se a R$ 23,4 milhões. Mas o procurador Renato Machado, que em outubro expediu recomendação ao ministério para rever as restrições orçamentárias ao AN, lembra que o prédio histórico do centro do Rio, onde o AN é sediado, tem necessidades que vão além do pagamento de contas de luz e água – para o que faltou dinheiro este ano.

É preciso adequar o prédio anexo, onde fica 90% do acervo, a quesitos de segurança estipulados pelo Corpo de Bombeiros já há dois anos. O Arquivo também tem instalações em Brasília. “Sem isso, o acervo corre certo risco”, alertou o procurador. “Os servidores não podem viver nesse terrorismo, tendo de fazer malabarismo para o Arquivo funcionar.” (AE)

Terça-feira, 02 de janeiro, 2018 ás 11hs00

29 de dezembro de 2017

COM FESTAS DE ANO NOVO, TRÂNSITO É ALTERADO EM ALGUNS PONTOS DO DF




As festas de ano-novo vão agitar a capital na virada deste domingo para segunda. Para garantir a segurança de quem participa dos shows, alguns pontos do DF que estão próximos aos locais dos eventos serão alterados.

O fluxo de veículos na Esplanada dos Ministérios – que deve receber milhares de pessoas para o show da virada – será interditado pelo Batalhão de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar.

Os carros não poderão circular no Eixo Monumental, entre a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida e a Rodoviária do Plano Piloto. O bloqueio acontece das 7 horas do domingo (31) às 5 horas de segunda (1º).

As vias centrais de ligação entre a L2 Sul e a L2 Norte também estarão interditadas a partir das 23h45 de domingo até o encerramento da queima de fogos. Para o estacionamento, o GDF recomenda que os motoristas usem a plataforma superior da Rodoviária; a via S2; os anexos dos ministérios; os Setores de Diversões Sul e Nort; os Setores Bancários Sul e Norte; e os Setores de Autarquias Sul e Norte.
Para a festa que acontecerá na Praia dos Orixás, ao lado da Ponte Honestino Guimarães, a Coordenação de Policiamento e Fiscalização de Trânsito da Região Metropolitana, do Departamento de Trânsito (Detran-DF), fechará o tráfego das 14 horas de domingo até o fim da queima de fogos, à 0h30.

O acesso à L4 Sul em frente à Praça dos Orixás ficará bloqueado para a montagem da estrutura do evento. Para acessar a via, no sentido Asa Norte, deve fazer o retorno pelo viaduto. A Ponte Honestino Guimarães ficará interditada durante a queima de fogos, que acontecerá entre às 23h40 e 0h30.
Fiscalização e segurança

O Detran terá equipes de fiscalização nos locais das festas de fim de ano para coibir o estacionamento irregular ao longo de vias e nos canteiros centrais. Guinchos, empilhadeira e oito viaturas operacionais estarão disponíveis na virada do ano.

Já a Polícia Militar fica responsável pelo policiamento ostensivo nas regiões. E o Corpo de Bombeiros terá um esquema com nove viaturas e duas embarcações.

Entre as viaturas estarão posicionados carros de combate a incêndio, busca e salvamento e de atendimento pré-hospitalar.

Sexta-feira, 29 de dezembro, 2017 ás 11hs00