"NÃO HÁ DEMOCRACIA ONDE O VOTO É OBRIGATÓRIO"

Se ainda não é, seja nosso novo seguidor

Amigos SP

30 de maio de 2017

DESEMBARGADOR NEGA SOLTURA DE EX-GOVERNADOR AGNELO QUEIROZ

Preso temporariamente na última terça (23), na Operação Panatenaico, o ex-governador do DF Agnelo Queiroz teve soltura negada pelo desembargador federal Hilton Queiroz. A defesa de Agnelo recorreu ao Tribunal Regional Federal (TRF), mas a tutela de urgência foi negado.

Agnelo Queiroz é acusado de contribuir para o superfaturamento de R$ 900 milhões da obra do Mané Garrincha. O ex-governador segue detido até, pelo menos, esta quinta (1/6). No Departamento de Polícia Especializada (DPE), o petista divide uma cela com banheiro e faz três refeições diárias.

Além de Agnelo, estão presos o também ex-governador José Roberto Arruda (PR), o ex-vice-governador e ex-assessor de Temer Tadeu Filippelli (PMDB) e sete ex-gestores do GDF.

Prisão prorrogada

No último sábado (27), o Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF) encaminharam à Justiça um pedido de extensão de cinco dias à prisão temporária dos presos na Operação Panatenaico. "Após análise prévia das apreensões e depoimentos tomados, a Polícia Federal avaliou existirem os pressupostos necessários à prorrogação das medidas", informa um comunicado da PF enviado à imprensa.

No mesmo dia, a Justiça acatou o requerimento e prorrogou a prisão dos acusados por mais cinco dias. Na decisão, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), negou ainda os pedidos de liberdade provisória apresentados por nove dos custodiados.

Terça-feira, 30 de Maio, 2017 as 11hs13

29 de maio de 2017

RECÉM-INAUGURADO, DECK SUL TRAZ NOVAS OPÇÕES DE LAZER E ESPORTE




Os moradores da capital ganharam um novo espaço para lazer e esporte com a inauguração do Parque dos Pioneiros Cláudio Sant’Anna, o Deck Sul, neste domingo (28). O espaço de 80 mil metros quadrados na beira do Lago Paranoá – próximo à Ponte das Garças, na L4 Sul – tem ciclovia, pista de cooper e de skate, circuito com equipamentos para ginástica, parques infantis, ponto de encontro comunitário (PEC) e quadras de vôlei e poliesportiva. O visitante encontra ainda mesas de jogos – como, dama, xadrez e pingue-pongue – e sombreiros.

“O que estamos fazendo aqui hoje é democratizar a nossa cidade. Revitalizar o lago é revitalizar Brasília. Porque o lago é a área mais nobre que temos no Distrito Federal. É a nossa praia, e a praia não pode ser particular, tem que ser de todos”, disse o governador Rodrigo Rollemberg na cerimônia de abertura do espaço. A previsão é de que o espaço receba cerca de seis mil pessoas por semana.
O parque leva o nome de um dos engenheiros que ajudaram a construir a capital federal. Entre as obras que Cláudio Sant’Anna comandou estão 11 blocos da 106 Sul, o Jardim de Infância da 308 Sul, o Hospital Regional de Sobradinho e a Reitoria e o Centro Olímpico da Universidade de Brasília (UnB). O engenheiro também presidiu a comissão de acompanhamento de obras da Ponte JK.

Faltam adaptações

De acordo com o GDF, a criação do Deck Sul é uma forma de democratizar o acesso à orla do Lago Paranoá. No entanto, a chegada ao local ainda pode ser difícil para alguns moradores do DF.

O parque tem três estacionamentos, com 120 vagas ao todo, e apenas uma parada de ônibus. Para o visitante que precisar atravessar a L4 Sul para chegar ao local, não há como fazer a travessia da pista sem se arriscar entre o movimentado trânsito da Avenida das Nações. Já os ciclistas que quiserem usar a ciclovia do espaço, a chegada só é segura se for feita de carro. Além de enfrentar a mesma dificuldade de travessia dos pedestres, os ciclistas não contam com ciclovia para chegar até o Deck Sul.

A obra do Parque dos Pioneiros Cláudio Sant’Anna começou em dezembro de 2015 e custou R$ 12 milhões aos cofres públicos. O recurso faz parte de convênio entre a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Segunda-feira, 29 de Maio, 2017 as 14hs00

28 de maio de 2017

DEFESA DIZ QUE AÉCIO NUNCA USOU BLOQUEADOR, NEM SABE DE 'CX2'




Através de nota divulgada neste sábado (27), a defesa do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que os documentos e materiais apreendidos pela Polícia Federal na casa do tucano não comprometem a atuação parlamentar do tucano. Em relatório apresentado à Justiça na sexta-feira (26), a PF informou que encontrou um bloqueador de sinal telefônico, uma lista de indicações para cargos federais e anotações manuscritas, dentre elas a inscrição “cx 2”, nas operações de busca e apreensão realizadas na semana passada na casa e no gabinete do senador.

Em comunicado divulgado pelo PSDB e assinado pelo advogado Alberto Toron, a defesa de Aécio afirma desconhecer a inscrição “cx2” e aguarda ter acesso ao papel para fazer a defesa. Em relação ao aparelho de bloqueio de celulares, o advogado diz que ele foi oferecido ao tucano em 2014, durante a campanha presidencial, mas que nunca foi usado pelo mineiro.
“Todas as campanhas das quais participou o senador ocorreram em absoluto respeito à legislação vigente. Por isso, repudiamos com veemência ilações apressadas que vêm sendo feitas sobre os citados documentos e aguardamos acesso a eles para que todos os esclarecimentos sejam feitos e eventuais dúvidas sanadas”, diz trecho da nota.

Sobre um dos quadros apreendidos pela PF, do pintor Portinari, a defesa de Aécio Neves disse que ele foi feito para o presidente Tancredo Neves, em 1961, e que está na família há quase 60 anos.

Em 18 de maio, atendendo a mandados expedidos pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), a PF realizou operações de busca e apreensão na em imóveis de Aécio Neves em Brasília, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

Além do bloqueador de telefone, no apartamento do senador, no Rio de Janeiro, foram apreendidos 15 obras de arte, diversos documentos, entre os quais um papel azul com senhas, além de diversos comprovantes de depósitos e anotações manuscritas, entre as quais constava a inscrição “cx 2”.

No gabinete do senador, foram apreendidas planilhas com supostos nomes de indicados para cargos federais, com referência aos partidos que fizeram as indicações e à remuneração, além de uma agenda com marcação de reuniões com Joesley Batista e uma folha manuscrita com dados da empreiteira Odebrecht. Os celulares do senador também foram levados pelos policiais. 

(Com informações da Agência Brasil)

Domingo, 28 de Maio, 2017 as 13hs30