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7 de agosto de 2018

Indicador antecedente de emprego recua 0,8 ponto em julho, diz FGV

O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp) recuou 0,8 ponto de junho para julho deste ano, atingindo 94,7 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. O indicador teve a quinta queda consecutiva e chegou ao menor nível desde dezembro de 2016 (90 pontos).

Desde o segundo trimestre de 2014, início da crise econômica, o indicador não recuava por cinco meses consecutivos, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Iaemp é medido com base na expectativa de consumidores e de empresários da indústria e dos serviços, em relação ao futuro do mercado de trabalho.

“O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) continua sua trajetória de queda, convergindo para níveis próximos da média histórica prévia a crise (87 pontos).  Este fato mostra que a geração de emprego ao longo dos próximos meses deverá ser mais modesta, relacionando-se com o crescimento econômico mais moderado do que o previamente esperado”, disse o economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), Fernando de Holanda Barbosa Filho, em nota.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que busca refletir a opinião dos consumidores sobre o mercado de trabalho atual, no entanto, apresentou melhora.

O ICD tem uma escala invertida, ou seja, quanto menos pontos registrar, melhor é a situação do mercado de trabalho. O indicador recuou 1 ponto de junho para julho e atingiu 96,1 pontos em uma escala de zero a 200 pontos (em que zero é a melhor situação).

Para a FGV, apesar da melhora no ICD, a pesquisa sinaliza para um mercado de trabalho bastante difícil.(ABr)


Terça-feira, 7 de agosto, 2018 ás 18:00

Fux fala em resultados ‘extremamente palpáveis’ no combate às ‘fake news’

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, afirmou na manhã de terça-feira (7/08), que a Corte Eleitoral conseguiu “resultados extremamente palpáveis” no combate às chamadas “fake news”, notícias falsas. Fux, que fica na presidência do tribunal até a próxima semana (14 de agosto), quando a ministra Rosa Weber assume a chefia do TSE, fez a fala na abertura do Seminário Academia da Democracia: Eleições 2018 – Desafios e Perspectivas, que acontece entre a terça e a quarta-feira, 8, no tribunal.

“Hoje assistimos plataformas retirando conteúdo, se comprometendo no combater às ‘fake news'”, disse Fux, destacando que o tribunal assistiu manifestações de preocupação de representantes do setor público com o combate as notícias falsas nas eleições deste ano. “Assistimos aqui em pleno início do congresso (de Fake News, em junho) uma manifestação de representantes do setor público de desalento, mas não só o Congresso como o empenho do tribunal mostrou que é preciso ter esse ímpeto e vontade no que há de melhor”, afirmou o ministro, que depois de sair do TSE se dedicará exclusivamente às atividades no Supremo Tribunal Federal (STF).

Para Fux, hoje, “falar que pode haver fake news já é um fake news” devido à atuação do TSE e da “academia da democracia”.

Em junho, antes do recesso judiciário, que durou todo o mês de julho, o TSE firmou na segunda-feira, 6, acordo com o Facebook e o Google no combate à disseminação de fake news na próxima campanha.

O tribunal também acertou um termo de parceria com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER), que se comprometeram a trabalhar em cooperação com a Corte Eleitoral no intuito de “manter o ambiente de higidez informacional”.

No evento desta terça, Fux também destacou que na segunda-feira, 6, a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) firmou um termo de parceria com tribunal para combater a disseminação de notícias falsas.

As iniciativas são similares a um acordo de colaboração acertado em junho entre a Corte Eleitoral e dez partidos políticos para a manutenção de um ambiente eleitoral “imune de disseminação de notícias falsas”. (IstoÉ)


Terça-feira, 7 de agosto, 2018 ás 14:00

6 de agosto de 2018

Escolha de Raquel Teixeira como vice desanima tucanos de Goiás


A escolha de Raquel Teixeira (PSDB-GO), 71, para disputar a vice de José Eliton deu um banho de água fria na Convenção do PSDB que ocorreu domingo (5/8), em Goiânia, no ginásio Goiânia Arena.

Tucanos tradicionais deram quase como certa a derrota em outubro, já que pela primeira vez o grupo segue com chapa pura em uma disputa deste nível.

O deputado federal Thiago Peixoto (PSD), cotado para a vaga, fez questão de abrir mão. Nenhum outro partido aliado também teve interesse na vaga.   Na pré-campanha chegou-se a cogitar Vanderlan Cardoso (PP) como vice, o que animou o grupo.

Na ciência política é unânime a condenação de chapas puras, que raramente vencem eleições, o que ocorre geralmente apenas quando o quadro está definido pró-grupo político que a instaura, o que não é o caso dos tucanos, em Goiás, com pouco mais de 10% das intenções de votos.

A ex-secretária de Educação é uma das mais criticadas da gestão Marconi-José Eliton, está afastada da produção acadêmica há tempos, não milita nas salas de aula e é vista como esnobe pela categoria que representa – os professores.

Os alunos secundaristas não gostam de Raquel, que reprimiu os protestos de 2015, e não trouxe nenhuma novidade durante sua gestão.

Raquel é também a responsável pelo fracasso da principal política pública de Marconi para o setor: a implantação das Organizações Sociais (OS’s). Nos bastidores, é imputado à política tucana o fato da ideia não ter sido colocada em prática, como era esperada pela gestão de Perillo.

DENÚNCIA

Em 2011, Raquel chegou a ser denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por dispensa de licitação, caso em que foi inocentada. No ano passado, o Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE) aplicou multa no valor de R$ 6.583,62 a Raquel Teixeira, por negligência da pasta em regularizar a situação de veículos oficiais multados.

Em 2005, a deputada goiana foi envolvida indiretamente no escândalo do mensalão, já que ela teria sido assediada também para participar da bancada que votava em linha com o então presidente Lula.

Na época, os deputados Sandro Mabel (então PL-GO) e Raquel Teixeira (PSDB-GO) foram levados frente à frente no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, já que existiam divergências de informação entre ela e o antigo deputado federal.

Em 2010, após um mandato irregular, ela optou em não se candidatar novamente ao cargo de deputada federal.

(Com o site Politikos)


Segunda-feira, 6 de agosto, 2018 ás 11:00

5 de agosto de 2018

Paco Brito, do Avante, será vice de Ibaneis


O presidente do Avante, Paco Brito, será o vice na chapa encabeçada pelo advogado Ibaneis Rocha (MDB), ex-presidente da OAB/DF. Os nomes serão confirmados em convenção regional do MDB nesta manhã (05/08), no Templo da Legião da Boa Vontade (LBV).

Na chapa, o ex-procurador-geral do Trabalho João Pedro Ferraz dos Passos (PPL) será candidato ao Senado. Ele é um dos fundadores do PDT.

A outra vaga ao Senado deve ser ocupada pelo PP. Não está descartada uma candidatura do empresário Paulo Octávio ou alguém de sua indicação.

Ele vinha apoiando a candidatura de Alberto Fraga (DEM/DF), mas seu partido permanecesse fechado com o MDB.

A coligação encabeçada por Ibaneis reúne o MDB, Avante, PP, PSC e PPL.


Domingo, 5 de agosto, 2018 ás 11:00

4 de agosto de 2018

Dem confirma Caiado como candidato a governador


Como era esperado, a convenção do Democratas, na manhã deste sábado em Goiânia, foi marcada pela enxurrada de ataques ao governo estadual. No evento, o senador Ronaldo Caiado (DEM) foi oficializado como candidato ao governo de Goiás, com o deputado estadual Lincoln Tejota (Pros) de vice e o vereador Jorge Kajuru (PRP) e o senador Wilder Morais (DEM) como postulantes ao Senado.

Todos os quatro discursaram agressivamente contra o governo. Caiado falou que a administração estadual é tomada pela corrupção. O senador não apresentou qualquer tipo de prova concreta. As propostas ficaram em segundo plano e Caiado teve dificuldades em explanar algum tipo de projeto que pretende adota caso vença o pleito.

"É um tema bem amplo, né. Primeiro eu quero dizer que nós vamos fazer em Goiás algo inédito. Como todas as empresas que passaram pelo processo da Lava-jato foram submetidas a uma nova prática chama complaints, nós vamos submeter toda a máquina pública a essas mesmas regras. Isso é um combate claro a corrupção. Nenhum estado fez isso até hoje”, afirmou ao ser questionado sobre seu plano de governo.

(Com o Goias247)


Sábado, 4 de agosto, 2018 ás 16:00

A eleição de 2018 não será como a de 2014


Entre as novidades estão a redução do tempo de campanha, horário eleitoral fracionado, veto a financiamento empresarial de candidato e cerco às ‘fake news’

Depois da aprovação de duas significativas mudanças na legislação eleitoral, em 2015 e 2017, as eleições deste ano não serão como as outras. A disputa deste ano será mais curta e, em tese, mais barata, com a proibição do financiamento empresarial e a redução do tempo de campanha dos candidatos dos antigos noventa para apenas 45 dias. O horário eleitoral gratuito também foi reduzido e pulverizado: serão 35 dias, dez a menos que em 2014, e a divulgação será mais fracionada ao longo do dia, com a redução dos blocos e a ampliação das inserções de trinta ou sessenta segundos.

Neste ano, o calendário eleitoral importa como nunca. Com a decisão do PT de confirmar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência no próximo sábado, 4, o dia 17 de setembro assume a importância de marco decisivo para a campanha. É este o último dia para que a Justiça Eleitoral diga se o petista, condenado em segunda instância na Lava Jato, pode ser candidato. Se recusar, o partido terá do momento da decisão até o fim desse dia para decidir se recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF), assumindo o risco de ficar fora da disputa, ou se vai substituir seu postulante.


A campanha será mais curta e mais barata

Nesta data, quatro anos atrás, os principais candidatos ao Planalto já percorriam o Brasil há quase um mês. Desta vez, ainda estamos nos últimos dias de realização das convenções partidárias, que definem quem vai disputar o quê e fecham as alianças nacionais e estaduais. O grande start para essa e outras mudanças na legislação eleitoral ocorreu com uma decisão do STF que, em 2015, proibiu doações de empresas para candidatos.

(Com VEJA online)


Sábado, 4 de agosto, 2018 ás 11:00

3 de agosto de 2018

Em convenção, PPS lança Cristovam Buarque ao Senado e confirma apoio a Rogério Rosso para o GDF


Em convenção regional, o PPS-DF lançou, na tarde desta sexta-feira (3/8), Cristovam Buarque como candidato à reeleição ao Senado. O partido ainda reafirmou o apoio à pré-candidatura do deputado federal Rogério Rosso (PSD) ao Palácio do Buriti. Além de PPS e PSD, PRB, Podemos e Solidariedade fazem parte do grupo capitaneado pelo senador.

Presidente regional do partido, Chico Andrade elogiou a nominata da sigla e destacou a importância da reeleição do correligionário. “O DF e o Brasil precisam de Cristovam como senador novamente”, afirmou. Andrade ainda criticou a gestão do atual governador, Rodrigo Rollemberg (PSB). “Esperamos (com Rosso) eleger um governador com mais capacidade de gestão, com vontade de compartilhar uma gestão mais sadia do DF. Temos problemas orçamentários, mas não podemos ficar atrás deles e sem coragem de fazer o que é preciso”, disse.

O PPS pretende lançar 33 nomes à Câmara Legislativa.  Para a Câmara dos Deputados, o número ainda não está fechado – o partido deve se coligar com outras siglas do grupo político. A decisão final sobre as coligações proporcionais será tomada nos próximos dias.

Chapa majoritária

Por ora, o grupo liderado por Cristovam pretende lançar Rosso ao Buriti, com o Pastor Egmar Tavares (PRB) como vice. Ao Senado, além de Cristovam, o empresário Fernando Marques (Solidariedade) é pré-candidato. O grupo ainda tenta, no entanto, atrair outras siglas para a composição, como o PDT, do presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle.

 (Correio Brasiliense)


Sexta-feira, 3 de agosto, 2018 ás 19:00