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23 de novembro de 2018

Ibaneis consegue R$25 milhões da Caixa para recuperar o Teatro Nacional


Ainda a mais de um mês de tomar posse, o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, já solucionou o problema do Teatro Nacional de Brasília, fechado há mais de quatro anos.
Ibaneis já obteve o compromisso de a Caixa Econômica Federal liberar R$25 milhões para recuperar o teatro, referência da cultura brasileira e conhecido por sua fachada de relevo com blocos, criada pelo artista plástico Athos Bulcão.

O governador eleito confirmou a obtenção dos recursos. Segundo ele, R$13 milhões serão liberados a título de investimento da Caixa e os demais R$12 milhões serão liberados com base na Lei Rouanet, de incentivo à cultura. (DP)


Sexta-feira, 23 de novembro, 2018 ás 08:00

22 de novembro de 2018

Wellington Luiz será o presidente do Metrô-DF no governo de Ibaneis

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) escolheu o deputado distrital Wellington Luiz (MDB), 51 anos, para presidir a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF), o anúncio ocorreu quinta-feira (22/22).

Atualmente Wellington é o vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).  Ele é policial civil aposentado e foi presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol).

O distrital afirmou a jornalistas que pretende trabalhar em prol da sociedade, e garante que vai deixar as portas de seu gabinete abertas para escutar a todos.  “Vamos ouvir todos os setores para realizarmos um planejamento. Sempre estive ao lado dos servidores do Metrô e, em sintonia, vamos encontrar a melhor forma de atender o povo de Brasília”.
Réu

Em novembro de 2014, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) aceitou, por unanimidade, a denúncia contra o distrital pelos crimes de peculato e fraude em licitações.

Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Wellington usou uma parte da emenda parlamentar de R$ 105 mil, que deveria ser para um evento esportivo no Varjão, para patrocinar uma viagem para a Europa, em maio de 2012.

Sobre isso, o distrital afirmou que é inocente. “Sobre a ação que respondo, tenho a tranquilidade da inocência e a certeza da absolvição. Ainda não fui absolvido porque estou em uma instância diferente”. (DP)


Quinta-feira, 22 de novembro, 2018 ás 18:00

21 de novembro de 2018

Michelle Bolsonaro chega a Brasília para primeira visita após eleição

A futura primeira-dama Michelle Bolsonaro chega quarta-feira (21/11) a Brasília para a primeira viagem à cidade onde nasceu, depois da eleição do marido – Jair Bolsonaro. A agenda dela inclui visitas ao Palácio do Alvorada e à Granja do Torto e encontro com a primeira-dama Marcela Temer.

Logo que chegou, Michelle seguiu direto para o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o governo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Michelle e Marcela devem visitar juntas as duas residências oficiais, além do Palácio do Alvorada. A futura primeira-dama pretende verificar como são os locais e o funcionamento. A Granja do Torto, desde que o presidente Michel Temer assumiu, é pouco utilizada e fica afastada do centro.

Amanhã (22) a futura primeira-dama deve se reunir com os organizadores da solenidade de posse, em 1º de janeiro de 2019, para saber dos detalhes e fazer suas observações.

De acordo com assessores, Michelle Bolsonaro deverá ficar em Brasília até sexta-feira (23) pela manhã. Ela e o marido foram convidados para o casamento do ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, na quinta-feira (22) à noite, em Brasília. (ABr)


Quarta-feira, 21 de novembro, 2018 ás 10:00

20 de novembro de 2018

Delegado da PF defende mudanças na lei sobre terrorismo

Representando o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, o chefe substituto da divisão antiterrorismo da Polícia Federal (PF), delegado Juner Barbosa, defendeu terça-feira (20/11) a aprovação do PLS 272/2016, que amplia as condutas consideradas atos de terrorismo. Ele participou de audiência pública sobre a proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Apesar de admitir que há uma “lacuna” na legislação, mas que não atrapalha o trabalho da Polícia Federal, o delegado disse que considera fundamental a aprovação de uma das maiores polêmicas do texto, que é a emenda do relator do projeto, senador Magno Malta (PR-ES). A emenda conceitua o terrorismo ao estabelecer a caracterização da prática também por “motivação política, ideológica ou social”.

“É central a questão da motivação política. Esse é o ponto que vai direcionar todas as ações”, defendeu Juner Barbosa. “Nossa preocupação é se em um caso concreto, como aconteceu pelo mundo afora, nós tivermos um ataque a instituição pública, uma explosão de um prédio que vai causar inúmeros mortos, feridos, como ocorre pelo mundo afora, esse crime não seria tipificado como terrorismo e, às vezes, a intenção de provocar o terror, gerar o pânico generalizado [ por motivações políticas, ideológicas] é o ponto que move a questão central do terrorismo.”

Também favorável ao texto, Jailton Nascimento, do Movimento Vem pra Rua, posicionou-se favorável à ampliação das condutas consideradas terroristas por acreditar que a atual lei dá um indulto para danificação do patrimônio público.

Divergência

Os contrários à proposta afirmam que, se aprovada a mudança, pode viabilizar a criminalização dos movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) ou de movimentos estudantis que ocupem uma reitoria, por exemplo.

Segundo a coordenadora do Centro de Referência Legal em Liberdade de Expressão e Acesso à Informação da ARTIGO 19, Camila Marques, a organização, junto com a Rede de Justiça Criminal contabilizou mais de 60 projetos de lei, tanto na Câmara como no Senado que visam restringir de alguma forma o direito de manifestação de associação, seja criando novos tipos penais, aumentando penas ou criando burocracias para o exercício do ativismo.

Segundo a advogada, apenas sobre terrorismo há 10 propostas tramitando na Câmara e o Senado. De acordo com ela, o cenário político atual faz com que o radar de quem condena a proposta esteja aceso para evitar que o texto avance.

“Nossa preocupação central, em relação à atuação dos movimentos sociais, tem a ver com garantias previstas na Constituição Federal, como liberdade de pensamento, de reunião e o pluralismo político. Essas definições de motivação político-ideológica que vão servir de base para que a autoridade policial ou judicial aplique essa legislação vão dar subjetividade a quem está apoiando a lei e não critérios objetivos que estão na Constituição, observou outro debatedor, Darci Frigo, coordenador-geral da Terra de Direitos.

Histórico

De autoria do senador Lasier Martins (PSD-RS), o projeto pretende recuperar pontos vetados pela então presidente Dilma Rousseff na Lei Antiterrorismo (13.260, de 2016), com origem no PLC 101/2015. Na ocasião, os vetos foram justificados pela intenção de afastar qualquer possibilidade de criminalização de manifestações promovidas por movimentos sociais. Colocados em votação em maio de 2016, os vetos foram mantidos com apoio de mais de 300 deputados - com esse resultado, não houve necessidade de votação no Senado.

Lasier, no entanto, acredita que a ex-presidente mutilou a legislação, tornando-a inócua. O relator, senador Magno Malta (PR-ES), concorda com o colega e recomenda a aprovação do projeto. Na avaliação dele, o PLS 272/2016 “corrige distorções decorrentes do veto presidencial”. A preocupação expressada pelo Poder Executivo ao vetar esses dispositivos não era, no seu ponto de vista, procedente.

O PLS 272/2016 pretende considerar como atos de terrorismo as seguintes condutas que haviam sido vetadas: incendiar, depredar, saquear, destruir ou explodir meios de transporte ou qualquer bem público ou privado, além dos atos de interferir, sabotar ou danificar sistemas de informática ou bancos de dados. A pena estipulada para todas essas condutas será de 12 a 30 anos de reclusão, bem como sanções correspondentes à prática de ameaça ou violência.

Proposta

Para tentar acabar com a polêmica em torno do ponto mais criticado da proposta, a senadora Ana Amélia (PP-RS) disse que vai defender que o texto seja aprovado tal qual foi apresentado originalmente, sem a emenda do relator, que tipifica motivações político- ideológicas relacionadas a atos considerados terroristas.

A proposta tramita em caráter terminativo na CCJ do Senado, isso quer dizer que se aprovada na comissão, pode ir direto para análise dos deputados, sem ter que passar pelo plenário do Senado. Esse caminho só pode ser atrasado se algum senador apresentar recurso para que o assunto seja discutido no plenário da Casa.

Ainda na CCJ, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou voto em separado pela rejeição do PLS 272/2016. Dois argumentos sustentam sua posição: vício de iniciativa e inconstitucionalidade material. Para o senador, é evidente no espírito do projeto, que “se opõe aos valores republicanos e democráticos imprescindíveis para o bom funcionamento do Estado”. O voto em separado só lido caso o parecer do relator seja reprovado pela maioria. (ABr)


Terça-feira, 20 de novembro, 2018 ás 18:00

Ibaneis anuncia Fernando Leite como futuro presidente da Caesb

O governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, escolheu o engenheiro Fernando Leite para comandar a Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) a partir de 1º de janeiro.

Leite já foi presidente da Caesb durante o último mandato do ex-governador Joaquim Roriz e comandou a Companhia Energética de Brasília (CEB) durante o governo de José Roberto Arruda.

Ainda em 2006, quando estava à frente da Caesb, Leite defendeu a captação de água do Lago de Corumbá IV para evitar a sobrecarga nas represas do Descoberto e de Santa Maria. As obras foram retomadas durante a crise hídrica, ano passado.

Os planos para a nova gestão da Caesb devem ser anunciados a partir de amanhã, quando Fernando Leite concede entrevista no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB), onde está instalado o governo de transição. (DP)


Terça-feira, 20 de novembro, 2018 ás 00:05

17 de novembro de 2018

Luciano Bivar é reconduzido à presidência do PSL, partido de Bolsonaro

O deputado federal reeleito Luciano Bivar (PSL-PE) foi reconduzido a mais um mandato como presidente do Partido Social Liberal (PSL) na sexta-feira (16). Um membro de longa data do partido, Antônio de Rueda, seguirá como vice. Demais cargos serão ocupados por filhos e aliados que vieram com a filiação de Bolsonaro.

Considerado dono da sigla, ele fundou o partido em 1994 e o tem presidido a maior parte do tempo desde então. Licenciou-se em 2018, durante a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro, quando deu lugar a Gustavo Bebianno, braço direito do futuro presidente.

De volta à presidência do seu partido, Luciano Bivar chegou a sugerir disputar a Presidência da Câmara à agência Reuters em outubro. Foi dissuadido da ideia por Jair Bolsonaro, que negocia interlocução com Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Antônio de Rueda é ex-presidente do PSL e membro de longa data da sigla. Já foi simpático ao Livres, movimento liberal (na economia e nos costumes, como disse em artigo publicado pela Folha em 2017) dentro do partido que foi eclipsado pela filiação de Jair Bolsonaro. Foram-se os Livres, Rueda segue agora como vice de Bivar.

Junto aos veteranos chegam os novatos trazidos pelo presidente eleito. Flávia Francischini, nova secretária-geral do partido é esposa do deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR), apoiador incondicional de Bolsonaro, que comemorou em seu site sua também recondução ao cargo de presidente do PSL no Paraná. “O partido sai da condição de nanico para assumir o papel de gigante no Congresso Nacional”, disse.

Respectivamente presidente e ex-presidente do PSL durante a campanha eleitoral, Bebianno agora assumirá o cargo de 2º vice-presidente e Lemos, o de 1º vice-presidente.
Os filhos de Bolsonaro também assumem cargo na equipe. Flávio Bolsonaro será secretário de Formação Política e Eduardo Bolsonaro, secretário de assuntos parlamentares.

A nova Executiva vai administrar uma realidade inédita para o partido. Nas eleições de 2014, o PSL tinha apenas um deputado federal eleito (José Maria Macedo Junior, o Macedo, representante do Ceará, que mais tarde migrou para o PP). Em 2018, se valendo do nome forte de Bolsonaro, a bancada emplacou 52 parlamentares.

É a segunda maior bancada da Câmara, perdendo apenas para o PT, que elegeu 56 deputados. Como o PSL acumulou mais votos válidos que o Partido dos Trabalhadores, receberão a maior fatia do fundo partidário em 2019 (os valores ainda não estão previstos).

Principal responsável pelo crescimento do partido, Jair Bolsonaro foi o segundo candidato à presidência pelo PSL. Em 2006, Luciano Bivar também havia se lançado à corrida eleitoral.

Terminou a disputa em 7º lugar, com 62.064 votos. Para comparação, naquele ano, Lula (PT) recebeu 46,7 milhões de votos no 1º turno; levou a eleição no 2º, quando disputou com Geraldo Alckmin (PSDB) e ganhou 58,3 milhões de votos (60% dos válidos).

O gosto por presidir de Luciano Bivar, contudo, ultrapassa a política e chega ao futebol. Bivar coleciona mandatos como presidente do Sport Clube Recife, do qual foi presidente por cerca de 10 anos. (FolhaPress)


Sábado, 17 de novembro, 2018 ás 17:00

Moro pede exoneração para assumir ministério de Bolsonaro

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores, assinou nesta sexta-feira 16 o ato de exoneração do juiz federal Sergio Moro do cargo. A medida, pedida pelo próprio Moro na manhã de hoje por meio de um ofício ao TRF4, terá efeito a partir da próxima segunda-feira 19.

Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde correm os processos da Operação Lava Jato em primeira instância no Paraná, o juiz federal assumirá o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. Ele havia pedido férias do cargo até a posse, em janeiro, quando pretendia pedir exoneração.

Com a saída oficial de Moro da magistratura, os processos da Lava Jato, que por enquanto estão sob responsabilidade da juíza federal substituta Gabriela Hardt, serão redistribuídos a outro juiz federal do TRF4, por critério de antiguidade no cargo (veja abaixo).

“Assim, venho, mais uma vez registrando meu pesar por deixar a magistratura, requerer a minha exoneração do honroso cargo de juiz federal da Justiça Federal da 4ª Região, com efeitos a partir de 19/11/2018, para que eu possa então assumir de imediato um cargo executivo na equipe de transição da Presidência da República e sucessivamente ao cargo de Ministro da Justiça e da Segurança Pública”, escreveu o magistrado no documento remetido ao TRF4 (leia íntegra abaixo).

Sergio Moro disse que é “notório” que ele foi convidado e aceitou ocupar a pasta no governo Bolsonaro. “Houve quem reclamasse que eu, mesmo em férias, afastado da jurisdição e sem assumir cargo executivo, não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo”, afirmou.

“Embora a permanência na magistratura fosse relevante ao ora subscritor por permitir que seus dependentes continuassem a usufruir de cobertura previdenciária integral no caso de algum infortúnio, especialmente em contexto no qual há ameaças, não pretendo dar azo a controvérsias artificiais, já que o foco é organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça”, completou.
Como será a substituição de Moro

Com a exoneração de Sergio Moro, terá início o processo de substituição dele como juiz federal titular da 13ª Vara Federal de Curitiba. Segundo o TRF4, depois da publicação do ato de exoneração no Diário Oficial da União, será divulgado um edital de concurso de remoção, em que juízes da Justiça Federal da 4ª Região (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) poderão se candidatar à vaga. Não há prazo para publicação do edital.

Após a divulgação, os magistrados interessados no posto terão o prazo de dez dias para manifestar interesse e outros três dias para desistirem. O processo de substituição, conforme o TRF4, deve durar cerca de um mês. A escolha é feita por critério de antiguidade, ou seja, será o novo responsável pela Lava Jato no Paraná aquele que há mais tempo for juiz federal da Justiça da 4ª Região.

Os critérios seguintes são a antiguidade como juiz federal substituto da 4ª Região e, ainda, a classificação no concurso público para juiz federal.
O ato de remoção, isto é, a oficialização do novo magistrado titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, será publicado no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região.

Até que a vaga de Moro seja preenchida, os processos da Lava Jato continuam sob responsabilidade de Gabriela Hardt, incluindo duas ações que têm entre os réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dois processos estão em fases avançadas e um deles já está pronto para sentença.

Os oito juízes federal mais antigos do TRF4 ingressaram no cargo no dia 23 de maio de 1994. Caso todos eles se candidatem ao posto, o critério seria a colocação no concurso. 

Veja abaixo quem são eles:

Luiz Antonio Bonat, da  21ª Vara Federal de Curitiba (13º lugar no concurso)

Taís Schilling Ferraz, da 24ª Vara Federal de Porto Alegre (19º lugar)

Marcelo de Nardi, da 9ª Vara Federal de Porto Alegre (20º lugar)

Alexandre Gonçalves Lippel, da 19ª Vara Federal de Porto Alegre (22º lugar)

Hermes Siedler da Conceição Júnior, da 26ª Vara Federal de Porto Alegre (23º lugar)

Eduardo Vandré Oliveira Lema Garcia, da 1ª Vara Federal de Santa Cruz do Sul (24º lugar)

Altair Antonio Gregório, da 6ª Vara Federal de Porto Alegre (25º lugar)

Loraci Flores de Lima, da 3ª Vara Federal de Santa Maria (26º lugar)

(VEJA)


Sábado, 17 de novembro, 2018 ás 00:05