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Amigos SP

26 de agosto de 2018

A última de Dilma


Que Dilma carecia de qualidades para governar o país, ninguém mais duvida disso. Nem mesmo seus companheiros de partido. Ela encarregou-se de provar. Lula já despediu desculpas por tê-la escolhido. Não foi nem será desculpado.

Que Dilma queira ser senadora, ela tem esse direito. Foi-lhe concedido pelo Senado, à época sob o comando do ministro Ricardo Lewandowski, quando cassou seu mandato e, em seguida, rasgou a Constituição para preserva-lhe os direitos políticos.

Nem por isso Dilma deveria se permitir dizer barbaridades como a que serviu ontem aos eleitores de Contagem a pretexto de defender Lula. Em ato de campanha, ela afirmou que Lula foi preso apenas para não se eleger presidente em outubro próximo.

Quando um eleitor gritou “Lula ladrão”, ela respondeu: “Esse pessoal é o pessoal do ódio, o pessoal da intolerância, o pessoal que quer o Lula preso porque não conseguem ganhar no voto, tentam ganhar na violência”.

À parte o português como sempre mal tratado, e quando nada em respeito ao cargo que ocupou, Dilma deveria sentir-se obrigada a respeitar a inteligência alheia. Lula está preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Ponto.

Boa parte dos brasileiros que desejam votar nele sabe disso, mas não liga porque acha que todos os políticos roubam, mas que pelo menos Lula fez algo por eles. O que dirá Dilma quando se esgotarem todos os recursos judiciais para libertar Lula?

Por ora, ela, Lula e sua turma atacam o juiz Sérgio Moro e os desembargadores de Porto Alegre que por duas vezes confirmaram a sentença de Moro. Mais tarde atacarão o Supremo Tribunal Federal cuja maioria de ministros foi indicada por eles?

Em telefonema gravado e que se tornou público, Lula já chamou o Supremo de “Corte acovardada”. Para ele que se diz democrata e respeitador de leis, o Supremo só deixará de ser uma casa de covardes se o absolver e soltar.

A lei pode ser para todos, menos para Lula.

(Por Ricardo Noblat)


Domingo, 26 de agosto, 2018 ás 18:00

Ficha Limpa --MP Eleitoral em Goiás impugna 12 registros de candidatura. Confira lista

Contestações dos registros se referem a sete candidatos ao cargo de deputado estadual, quatro a deputado federal e um para senador
O Ministério Público Eleitoral impugnou 12 pedidos de registros de candidatura de políticos inelegíveis com base na Lei da Ficha Limpa. As contestações dos registros se referem a sete candidatos ao cargo de deputado estadual, quatro a deputado federal e um para senador.

As impugnações pelo MP Eleitoral deram-se por razões diversas, como rejeição de contas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ou pelo Tribunal de Contas da União (TCU); condenações por ato de improbidade administrativa, pela prática de crimes comuns e eleitorais e por excesso de doação em campanha.

Nas eleições de 2014, foram 27 impugnações de candidaturas apresentadas pelo MP Eleitoral em Goiás com base na Lei da Ficha Limpa, e 30 nas eleições de 2010.
Confira abaixo a lista completa das candidaturas impugnadas com base na Lei da Ficha Limpa:

Deusmar Barbosa da Rocha (DEM) – candidato a deputado estadual (Deusmar);
Luiz Henrique Lima Caland (PMB) – candidato a deputado federal (Luiz Caland);
Delta Araújo Campos (MDB) – candidata a deputada federal (Professora Delta);
Chaene Bibiano da Silva Oliveir (PHS) – candidato a deputado estadual (Pastor Chaine Bibiano);
Getúlio de Alencar (PTB) – candidato a deputado estadual (Padre Getúlio);
Agnaldo Francisco Toledo (PRP) – candidato a deputado estadual (Agnaldo Toledo);
Erciley Pires Santana (Patriota) – candidato a senador (Santana Pires);
Ernani José de Paula (PP) – candidato a deputado estadual (Ernani de Paula);
Lair da Silva Mendonça (Avante) – candidata a deputada estadual (Lair Mendonça);
Milva de Melo Cavalcante Oliveira (PSDB) – candidata a deputada federal (Milva Cavalcante);
Osmar Pires de Magalhães (PSB) – candidato a deputado estadual (Osmar Magalhães);
Alcides Ribeiro Filho (PP) – candidato a deputado federal (Professor Alcides).

(Com Jornal Opção)


Domingo, 26 de agosto, 2018 ás 11:00

25 de agosto de 2018

Ex-governador Joaquim Roriz segue internado com suspeita de pneumonia

O ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, 82 anos, segue internado no Hospital Brasília, com suspeita de pneumonia. Na noite desta sexta-feira (24), após apresentar febre alta, a família levou o político para o hospital.

A família optou pela internação imediata devido ao frágil estado de saúde de Roriz, caso seja confirmada a pneumonia, o político ficará internado para ser submetido ao tratamento com antibióticos.

Saúde frágil

O estado de saúde de Roriz vem se agravando no decorrer dos anos, em agosto do ano passado, o ex-governador teve complicações devido ao diabetes, e para evitar necrose, foi submetido a cirurgias, primeiro para amputar dois dedos do pé, e devido ao agravamento da doença, a perna direita também teve que ser amputada, na altura do joelho. A saúde mental de Joaquim Roriz, também está debilitada, decorrente do Alzheimer.

Joaquim Roriz começou sua saga política no Distrito Federal em 1988, quando governou até 1990. Depois disso, Roriz volta ao GDF nos anos de 1991, 1999 e 2003, quando permaneceu no comando do DF até 2006.

Eleito senador em 2006, Roriz renunciou ao cargo cinco meses para escapar de um processo de cassação relacionado ao caso da ‘Bezerra de ouro’. Joaquim Roriz foi apontado como beneficiário de cheques do fundador da GOL, Nenê Constantino, no valor de R$ 2,2 milhões, descontados no BRB.

A sua despedida da vida pública ocorreu em 2010, depois que candidatura ao GDF foi impugnada com base na lei Ficha Limpa. (DP)


Sábado, 25 de agosto, 2018 ás 14:00

24 de agosto de 2018

Ibope prevê empate quádruplo na disputa pelo governo do DF


O Ibope divulgou nesta sexta-feira (24/8) mais uma pesquisa sobre a intenção de votos para o Governo do Distrito Federal. A candidata do Pros, Eliana Pedrosa lidera por pouco a corrida para o Palácio do Buriti, com 14% das intenções. Os votos brancos e nulos (31%) e aqueles que ainda não sabem em quem votar (12%) representam mais de o triplo que o índice de votos de Pedrosa.

Segundo o Ibope, se a eleição para governador do DF fosse hoje, seria assim:

Eliana Pedrosa (Pros): 14%

Rodrigo Rollemberg (PSB): 12%

Alberto Fraga (DEM): 10%

Rogério Rosso (PSD): 8%

General Paulo Chagas (PRP): 3%

Miragaya (PT): 3%
Fátima Sousa (PSOL): 2%

Ibaneis (MDB): 2%

Alexandre Guerra (Novo): 2%

Renan Rosa (PCO): 1%

Guillen (PSTU): 0%

Brancos/nulos: 31%

Não sabe: 12%

Essa é a primeira pesquisa eleitoral do Ibope no DF realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral e também do primeiro debate realizado pela TV Band.

O Ibope ouviu 1.204 eleitores em todas as regiões do DF entre 21 e 23 de agosto e a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-00412/2018. (DP)


Sexta-feira, 24 de agosto, 2018 ás 18:00

Eliana Pedrosa diz que após sofrer sequestro decidiu ser candidata ao governo do DF


A ex-deputada Eliana Pedrosa (Pros), candidata líder nas pesquisas para o governo do Distrito Federal, disse  sexta-feira (24/8) que decidiu disputar o cargo anos atrás, após ter sido vítima de um sequestro-relâmpago na cidade de Ceilândia, próxima do Plano Piloto.

Ela conta que era deputada distrital e, ao ser reconhecida pelos bandidos, foi questionada – “com um 38 na cabeça” – sobre o fato de os políticos não fazerem nada pela população pobre. Um dos criminosos, inclusive, segundo a candidata, chegou a dizer que gostaria muito de estar “com outra vida”, para que sua mãe se orgulhasse dele. “Aquilo me fez querer ser governara para tentar mudar essa situação”, disse Eliana Pedrosa.

A candidata assegurou que sua principal prioridade será a educação, e que pretende integrar todos os órgãos governamentais com a escolas, envolvendo-os na formação das novas gerações como forma de afastá-los de situações-limite que os conduzem, por exemplo, à criminalidade.

Fórmula 1 em Brasília

Durante a entrevista, Pedrosa anunciou também a sua decisão de “lutar forte” para Brasília passar a sediar o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1
.
A candidata disse que São Paulo está com dificuldades para manter o GP de Fórmula 1, até por razões de segurança, e que não perderá a oportunidade de  garantir o evento para o Autódromo de Brasília.

“Isso faz parte de uma estratégia de atrair para Brasília eventos nacionais e internacionais”, explicou, “até como forma de fortalecer a economia e favorecer a geração de empregos.

Fim da metade dos pardais

Eliana Pedrosa voltou a prometer, como o fez durante o debate de candidatos na Band, que pretende retirar das ruas do Distrito Federal 50% dos “pardais”, como popularmente são chamados os radares detectores de velocidade. Ela ressalvou, no entanto, que a medida não incluirá aqueles localizados em áreas de grande concentração de pedestres, setores residenciais e nas proximidades de escolas e unidades de saúde.

A candidata destacou o apoio que tem da família de Joaquim Roriz, que foi três vezes governador e ainda é, apesar de “fora de combate” por motivo de saúde, o político mais popular do Distrito Federal. Ela classificou Roriz de um gestor público “visionário”, que “sempre pensou grande”.

A entrevista de Eliana Pedrosa foi concedida aos jornalistas Thalyta Almeida, Rodrigo Orengo e Cláudio Humberto, na rádio BandNews FM Brasília, com produção de Mayza França. A emissora sabatinou os onze candidatos ao governo do DF. (DP)


Sexta-feira, 24 de agosto, 2018 ás 11:00

23 de agosto de 2018

Celso de Mello diz que Justiça vai decidir se réu pode assumir Presidência

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, disse na tarde desta quinta-feira, 23, que está em aberto a discussão sobre a possibilidade de um réu em ação penal ser eleito presidente da República e assumir o comando do Palácio do Planalto. Para o ministro, é importante a discussão sobre o tema, que deve ser levantada na Justiça Eleitoral.

“Essa aí é uma boa pergunta, mas eu não tenho condições de responder, porque certamente é uma questão que vai ser suscitada antes na Justiça Eleitoral”, disse Celso de Mello a jornalistas, sobre se um réu em ação penal poderia, em tese, ser eleito presidente da República e assumir a chefia do Poder Executivo federal.

“Eu tenho a impressão de que (essa questão) é o que nós temos de debater e debater mais”, prosseguiu Celso de Mello. Na última quarta-feira, 22, o ministro Marco Aurélio Mello também disse que a questão está “em aberto” e afirmou que a dúvida gera insegurança” para a candidatura de Jair Bolsonaro. O candidato já é réu em duas ações penais no STF por injúria e incitação ao crime de estupro por ter declarado que “não estupraria” a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) “porque ela não mereceria”.

A Primeira Turma do STF vai julgar na próxima terça-feira, 28, se recebe ou não uma outra denúncia formulada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o candidato do PSL à Presidência, desta vez pelo crime de racismo. No ano passado, em uma palestra no Clube Hebraica, Bolsonaro disse, sobre os quilombolas, que o ”afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas (arroba é uma medida usada para pesar gado; cada uma equivale a 15 kg)”. “Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais”. O julgamento foi antecipado por Marco Aurélio Mello, a pedido da defesa de Bolsonaro.
Discussão

Ao julgar o afastamento de Renan Calheiros (MDB-AL) do comando do Senado Federal, o STF firmou o entendimento de que réus em ação penal (como os presidentes da Câmara e do Senado) não podem eventualmente substituir o presidente da República.

Já a situação de Bolsonaro traz uma outra discussão: a possibilidade de um candidato – réu em ação penal – ser eleito especificamente para a Presidência da República e assumir o comando do Planalto. Ou seja, não se trataria de eventualmente substituir o presidente da República, e sim de ser eleito já para o cargo e assumi-lo.

Ficha Limpa

Indagado sobre as incertezas em torno de uma eleição presidencial marcada por questões jurídicas, Celso de Mello disse que, quanto à Lei da Ficha Limpa, o STF já entendeu “por maioria expressiva que ela é válida”. “Então, essas questões mesmo que sejam renovadas, possivelmente já terão uma definição estabelecida pela própria jurisprudência”, comentou o decano, sem citar nomes de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex de Guarujá. Com base nessa condenação, o petista está enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Debates

Conhecido pelos hábitos noturnos, trabalhando madrugada adentro, Celso de Mello ainda disse a jornalistas que, na medida do possível, vai acompanhar os debates televisivos dos candidatos à Presidência da República. A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, já avisou que pretende fazer o mesmo.

(Estadão Conteúdo)


Quinta-feira, 23 de agosto, 2018 ás 18:00

Impugnação do MDB contra Geraldo Alckmin nasceu no Palácio do Planalto


A ação de impugnação contra a campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à presidência da República, movida pelo MDB, nasceu no Palácio do Planalto, segundo confirmaram fontes próximas ao governo. O objetivo é deixar claro o desinteresse do partido numa aliança com os tucanos, em eventual segundo turno das eleições presidenciais, e abrir portas para composição de outros partidos interessados, inclusive o PT.

Ninguém confirma que o jurista Michel Temer ordenou a ação de impugnação, mas ele ficou sabendo da iniciativa previamente.

O candidato Henrique Meirelles apenas foi informado, de última hora, que o MDB impugnaria o apoio de vários partidos do centrão a Alckmin.

Presidente do PSDB, partido que ocupava 5 ministérios, Alckmin não impediu que os tucanos apoiassem em peso o impeachment de Temer.

Temer e o senador Romero Jucá (RR), presidente nacional do MDB, têm profunda mágoa de Alckmin e da deslealdade do tucanato. (DP)


Quinta-feira, 23 de agosto, 2018 ás 00:05