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29 de agosto de 2018

Se “avulsos” fossem aceitos, Brasil teria 33 candidatos a presidente

Se a Justiça Eleitoral passasse a aceitar as chamadas “candidaturas avulsas”, independentes dos partidos políticos brasileiros, o número de postulantes ao Palácio do Planalto mais que duplicaria. Além dos treze candidatos oficiais, registrados pelos seus partidos políticos, outras vinte pessoas apresentaram pedidos para serem candidatas à Presidência.

Dessas, dezoito não têm partido, o que contraria a previsão constitucional. Outras duas pleiteiam o registro à revelia de suas siglas: a jornalista Valéria Monteiro, do PMN, e João Ferreira Santos, do PSC. Valéria, ex-apresentadora do Jornal Nacional e do Fantástico, teve a sua pré-candidatura reprovada na convenção nacional do PMN, partido nanico que optou pela neutralidade na eleição presidencial.

Contrariada, ela contestou o encontro partidário na Justiça e se registrou como presidenciável no TSE. O caso de João Santos também é de contrariedade com a decisão partidária. O PSC havia aprovado uma candidatura própria, lançando o economista e ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro, mas depois desistiu para apoiar Alvaro Dias (Podemos), que terá Rabello como candidato a vice-presidente.

A possibilidade de que ambos consigam disputar, no entanto, é ínfima, uma vez que a Justiça prevê a ata da convenção partidária, na qual a candidatura foi escolhida, como pré-requisito para o registro de um postulante. Na ausência desse documento, Valéria Monteiro e João Santos nem sequer constam no site do TSE como candidatos.

Sem partido

Situação ainda mais dramática é a dos dezoito candidatos que nem sequer possuem partidos. No artigo 14, quando trata das condições de elegibilidade dos cidadãos brasileiros, a Constituição inclui a “filiação partidária” como um pré-requisito para almejar ser candidato.

A tese das candidaturas avulsas é defendida por alguns juristas, como o advogado Modesto Carvalhosa, que entende que o direito de votar e ser votado deveria prevalecer. Carvalhosa, de 85 anos, chegou a dizer que seria candidato a presidente em 2018 caso não precisasse se filiar a nenhum partido.
O imbróglio está parado no Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2016, quando o advogado Rodrigo Mezzomo recorreu à Corte após ver rejeitada a sua candidatura a prefeito do Rio de Janeiro no pleito daquele ano. Relator do caso no STF, o ministro Luís Roberto Barroso decidiu que não vai liberar a ação para voto antes das eleições de 2018. Mezzomo se registrou, desta vez, como candidato a presidente do Brasil.

Números

Segundo dados do TSE, 28.348 candidatos pediram registro na Justiça Eleitoral para os cargos em disputa neste ano: presidente, governador dos 26 estados e do Distrito Federal, duas vagas de senador por unidade da federação, deputado federal, estadual e distrital.

São treze candidatos oficiais a presidente, 199 a governador, 355 a senador, 8.368 a deputado federal, 17.526 a deputado estadual e 963 a deputado distrital.

(Com Agência Brasil)


Quarta-feira, 29de agosto, 2018 ás 18:00

Lula queria usar TVs em seus ‘atos de campanha’. Perdeu por 6×1 no TSE.

Por 6 votos a 1 os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negaram na terça-feira (28/8) um pedido da defesa de Lula (PT) para que as redes de televisão façam a cobertura diária de seus atos de campanha à Presidência da República.

O petista está preso em Curitiba desde abril e, por isso, não faz atos de campanha.
O pedido para as TVs fazerem a cobertura diária de campanha já havia sido negado pelo ministro Sergio Banhos, relator do caso.

Durante o julgamento, ele destacou que a lei não garante tratamento isonômico dos veículos de imprensa a todos os candidatos, mas sim, que cabe às empresas decidir o que é interesse jornalístico.

Banhos ressaltou que os riscos foram assumidos pelo próprio PT ao lançar Lula candidato nas atuais condições. “Ele não tem agenda para ser divulgada”, afirmou.
Os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Jorge Mussi, Tarcísio Vieira e Rosa Weber tiveram entendimentos semelhantes aos de Banhos.

Eles divergiram em alguns pontos, mas, basicamente, concordaram que Lula não tem agenda de campanha que deve ser acompanhada pela imprensa.
Também destacaram que cabe aos veículos de comunicação decidir o que é notícia e que o Judiciário não deve interferir na liberdade de imprensa, desde que não haja tratamento privilegiado.

Já o ministro Napoleão Nunes Maia divergiu dos colegas. Para ele, que participa de sua última sessão no TSE, a mídia está segregando o petista.
Em 15 de agosto o PT pediu o registro da candidatura de Lula à Presidência. O caso deve ser analisado pelo TSE na próxima semana. Nos bastidores do tribunal, a expectativa é que o pedido seja indeferido porque o petista foi condenado em segunda instância -condição barrada pela Lei da Ficha Limpa. (DP)


Quarta-feira, 29de agosto, 2018 ás 07:00

28 de agosto de 2018

INSS quer dar bônus a servidor do órgão que adiar aposentadoria


O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pode perder 55% dos 33 mil servidores públicos do órgão a partir do ano que vem. Isso porque esses 18.150 trabalhadores estarão aptos a se aposentar. Além disso, não há perspectiva de concurso público para novos profissionais por causa de restrições fiscais.

Diante deste cenário preocupante, o presidente do órgão, Edison Garcia, defende um programa de incentivo com bônus e teletrabalho (home office) para manter mais funcionários em atividade. A equipe do INSS trabalha para concluir uma proposta de medida provisória que estabelece o programa de incentivo a partir de janeiro.

Segundo Garcia, a intenção é ampliar de 5.100 para 8.000 a quantidade de pessoas que atuam na análise de pedidos de benefício.

O mais complicado é que a proposta vem em um momento em que a equipe econômica do governo tenta reduzir despesas.

E, como o plano prevê pagamento de bônus por produtividade, ele aumenta os gastos do INSS com pessoal.

O argumento de Garcia para conquistar apoio ao plano é que o atraso na concessão de benefícios gera gasto adicional com correção dos valores pagos em atraso.

Em 2017, o INSS pagou a beneficiários R$ 199 milhões referentes à correção monetária devida por início do pagamento em atraso. Neste ano, até julho, foram R$ 105 milhões.
Essa despesa extra pode ser combatida, segundo Garcia, com o aumento da equipe responsável pela análise de pedidos de aposentadoria, além da implementação de metas.

“Estamos modelando o programa para pagar bônus por metas atingidas. Todos os números de processos analisados que ultrapassarem uma quantidade base vamos adicionar um valor crescente, que ainda não está fechado”, disse.

O INSS estuda estabelecer patamar de oito processos por dia como base. Acima disso, esses funcionários receberiam valores adicionais.

Atualmente, a média de análise é de três processos por dia, segundo o INSS, porque os mesmos funcionários também atuam no atendimento ao público nas agências.

O órgão também trabalha para, em até dois anos, separar o atendimento da análise de benefício. A avaliação é que isso pode agilizar a concessão e reduzir fraudes.

Embora a implementação do teletrabalho possa ser feita de forma independente do resto do programa, a avaliação no INSS é que esteja atrelada ao bônus por produtividade.

A justificativa é que só é interessante o funcionário trabalhar em casa se tiver a meta a ser cumprida.

A proposta defendida pelo INSS se somaria a um mecanismo já existente no serviço público federal para estimular o adiamento de aposentadorias: o abono permanência. Pela regra, quem tem direito de se aposentar e decide permanecer ativo deixa de pagar contribuição previdenciária.

(Com informações da FolhaPress)


Terça-feira, 28 de agosto, 2018 ás 14:00

27 de agosto de 2018

Em campanha na rodoviária, Ibaneis promete revitalização e melhoria no sistema de transporte


Acompanhado por dezenas de cabos eleitorais, o candidato do MDB ao GDF, Ibaneis Rocha, visitou a Rodoviária do Plano Piloto na tarde desta segunda (27/8). Ibaneis criticou a condição atual do espaço e disse que revitalizará a estrutura do local.

“A Rodoviária é um grande centro da nossa cidade. É um monumento público muito importante para a nossa população, que está abandonado. Nós vamos fazer um projeto de revitalização para atender o nosso povo”, afirmou.

Para isso, ele disse que buscará o apoio do setor privado. “Sem dúvida nenhuma, a iniciativa privada tem de ingressar aqui, mas é preciso fazer isso com muito cuidado porque é preciso fazer um atendimento para todas as pessoas que já trabalham neste local”, explicou.

Ibaneis se comprometeu também a melhorar a estrutura do transporte público do DF, com expansão do metrô para Asa Norte e interligação com VLT e linhas de ônibus.

Segurança

Para Ibaneis, a falta de segurança na rodoviária do Plano Piloto é um reflexo da situação atual do DF. “Tivemos diversas delegacias e postos fechados. O número de policiais foi reduzido. Não dá para atender a comunidade assim e a nossa insegurança fica clara aqui”, destacou.

Durante a caminhada, Ibaneis passou por diversos ambulantes. Aos comerciantes, garantiu que não vai retirar barracas e que dará segurança para que continuem trabalhando. A ideia é transformar os ambulantes em micro-empreendedores individuais. “Já temos a feira dos ambulantes na Rodoferroviária. Vamos criar bolsões de estacionamento e levá-los regularizados para lá. É preciso dar condições de trabalho para essas pessoas. O governo não faz isso e ainda passa fazendo arrastão em quem quer trabalhar.”

(Correio Brasiliense)


Segunda-feira, 27 de agosto, 2018 ás 18:00

Eliana e Fraga pedem votos na Feira de Samambaia

Os candidatos Eliana Pedrosa (Pros) e Alberto Fraga (DEM) visitaram a Feira de Samambaia na manhã de domingo (26/08). Os dois concorrentes que disputam o Palácio do Buriti se encontraram na agenda de campanha e tiraram fotos juntos. O candidato ao Senado da chapa de Fraga, Izalci (PSDB), também pediu votos no local.

Eliana foi para o corpo a corpo para angariar a simpatia de eleitores, no seu décimo dia de campanha. Neste domingo, a ex-deputada distrital fez a “via crucis” de candidatos atrás de votos – começou o dia passando por duas feiras livre, na cidade de Samambaia Sul participou do lançamento de correligionário à Câmara dos Deputados, almoçou em um restaurante da cidade e prestigiou uma partida de futebol feminina no setor M Norte, de Taguatinga. No meio dos compromissos de campanha, prestigiou a comemoração de aniversário de cinco anos do neto Pedro.

Afagos
Para convencer os eleitores, Eliana Pedrosa distribuiu afagos e sorrisos, procurando falar, sempre, sobre suas propostas para ser eleita ao cargo máximo do Governo do Distrito Federal. A candidata enfatizou que considera baixo o retorno pelos serviços públicos que a população recebe, comparado com o que paga em impostos. “Não se pode aceitar pagar tanto imposto. Temos uma questão gravíssima na área de saúde, que é a falta de atendimento nas unidades hospitalares. Não é possível que as pessoas paguem tantos impostos e não recebam atendimento, quando precisam”, disse.

Fraga comemorou a boa receptividade dos eleitores durante a passagem pela feira. À tarde, ele visitou o Riacho Fundo II, Ceilândia e o Pôr do Sol. “Fui recebido com muito carinho por quem passava pelo local. Ainda temos muito trabalho pela frente, mas tenho certeza que estamos no caminho certo”, comentou. (Correio Brasiliense)


Segunda-feira, 27 de agosto, 2018 ás 07:00

26 de agosto de 2018

A última de Dilma


Que Dilma carecia de qualidades para governar o país, ninguém mais duvida disso. Nem mesmo seus companheiros de partido. Ela encarregou-se de provar. Lula já despediu desculpas por tê-la escolhido. Não foi nem será desculpado.

Que Dilma queira ser senadora, ela tem esse direito. Foi-lhe concedido pelo Senado, à época sob o comando do ministro Ricardo Lewandowski, quando cassou seu mandato e, em seguida, rasgou a Constituição para preserva-lhe os direitos políticos.

Nem por isso Dilma deveria se permitir dizer barbaridades como a que serviu ontem aos eleitores de Contagem a pretexto de defender Lula. Em ato de campanha, ela afirmou que Lula foi preso apenas para não se eleger presidente em outubro próximo.

Quando um eleitor gritou “Lula ladrão”, ela respondeu: “Esse pessoal é o pessoal do ódio, o pessoal da intolerância, o pessoal que quer o Lula preso porque não conseguem ganhar no voto, tentam ganhar na violência”.

À parte o português como sempre mal tratado, e quando nada em respeito ao cargo que ocupou, Dilma deveria sentir-se obrigada a respeitar a inteligência alheia. Lula está preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Ponto.

Boa parte dos brasileiros que desejam votar nele sabe disso, mas não liga porque acha que todos os políticos roubam, mas que pelo menos Lula fez algo por eles. O que dirá Dilma quando se esgotarem todos os recursos judiciais para libertar Lula?

Por ora, ela, Lula e sua turma atacam o juiz Sérgio Moro e os desembargadores de Porto Alegre que por duas vezes confirmaram a sentença de Moro. Mais tarde atacarão o Supremo Tribunal Federal cuja maioria de ministros foi indicada por eles?

Em telefonema gravado e que se tornou público, Lula já chamou o Supremo de “Corte acovardada”. Para ele que se diz democrata e respeitador de leis, o Supremo só deixará de ser uma casa de covardes se o absolver e soltar.

A lei pode ser para todos, menos para Lula.

(Por Ricardo Noblat)


Domingo, 26 de agosto, 2018 ás 18:00

Ficha Limpa --MP Eleitoral em Goiás impugna 12 registros de candidatura. Confira lista

Contestações dos registros se referem a sete candidatos ao cargo de deputado estadual, quatro a deputado federal e um para senador
O Ministério Público Eleitoral impugnou 12 pedidos de registros de candidatura de políticos inelegíveis com base na Lei da Ficha Limpa. As contestações dos registros se referem a sete candidatos ao cargo de deputado estadual, quatro a deputado federal e um para senador.

As impugnações pelo MP Eleitoral deram-se por razões diversas, como rejeição de contas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ou pelo Tribunal de Contas da União (TCU); condenações por ato de improbidade administrativa, pela prática de crimes comuns e eleitorais e por excesso de doação em campanha.

Nas eleições de 2014, foram 27 impugnações de candidaturas apresentadas pelo MP Eleitoral em Goiás com base na Lei da Ficha Limpa, e 30 nas eleições de 2010.
Confira abaixo a lista completa das candidaturas impugnadas com base na Lei da Ficha Limpa:

Deusmar Barbosa da Rocha (DEM) – candidato a deputado estadual (Deusmar);
Luiz Henrique Lima Caland (PMB) – candidato a deputado federal (Luiz Caland);
Delta Araújo Campos (MDB) – candidata a deputada federal (Professora Delta);
Chaene Bibiano da Silva Oliveir (PHS) – candidato a deputado estadual (Pastor Chaine Bibiano);
Getúlio de Alencar (PTB) – candidato a deputado estadual (Padre Getúlio);
Agnaldo Francisco Toledo (PRP) – candidato a deputado estadual (Agnaldo Toledo);
Erciley Pires Santana (Patriota) – candidato a senador (Santana Pires);
Ernani José de Paula (PP) – candidato a deputado estadual (Ernani de Paula);
Lair da Silva Mendonça (Avante) – candidata a deputada estadual (Lair Mendonça);
Milva de Melo Cavalcante Oliveira (PSDB) – candidata a deputada federal (Milva Cavalcante);
Osmar Pires de Magalhães (PSB) – candidato a deputado estadual (Osmar Magalhães);
Alcides Ribeiro Filho (PP) – candidato a deputado federal (Professor Alcides).

(Com Jornal Opção)


Domingo, 26 de agosto, 2018 ás 11:00